Scanner patológico digitalAs imagens de slide completa (WSI) geradas podem conter até GB de informações de saúde sensíveis do paciente e são estritamente protegidas pela Lei de Proteção de Informações Pessoais e pelas Praticas de Gestão de Segurança da Informação das Instituições de Saúde. Uma vez divulgado, causará um grave incidente de privacidade.
Três pilares de segurança:
Criptografia de dados:
Criptografia de transmissão: Enviar imagens usando o protocolo HTTPS ou SFTP;
Criptografia de armazenamento: arquivos WSI devem ter a criptografia AES-256 habilitada em servidores ou plataformas em nuvem;
Criptografia de terminal: ativa a criptografia total ao acessar o dispositivo móvel.
Controle de permissões:
Implementar o controle de acesso baseado em funções (RBAC), como os técnicos só podem fazer upload, os médicos podem ler filmes e os administradores podem excluir.
Habilitar a autenticação de dois fatores (2FA) para entrar no sistema de patologia digital;
Traços de operação: todos os registros de auditoria de registro de comportamento de visualização, download e exportação são mantidos por ≥ 6 meses.

Armazenamento conforme:
O local de armazenamento deve estar localizado no território (em conformidade com a Lei de Segurança de Dados);
A política de backup segue o princípio 3-2-1 (3 cópias, 2 mídias, 1 offline);
Realize exercícios regulares de recuperação de desastres para garantir que o RTO seja de < 4 horas.
Além disso, um acordo de processamento de dados (DPA) deve ser assinado com os fornecedores de plataformas de patologia digital para esclarecer suas responsabilidades de segurança. Realize treinamentos regulares sobre segurança da informação dos funcionários para prevenir ataques de phishing ou manipulação incorreta.
Somente a construção de um sistema de segurança na trinidade “Tecnologia + Gestão + Sistemas” poderá impulsionar o desenvolvimento da patologia digital, mantendo a linha de fundo da privacidade do paciente e da conformidade de dados.